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Mão e Mãe nem Freud explica

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por Aderaldo dos Santos

Na fragilidade quero mãe.
Na solidão a mão.
Com medo seguro na mãe.
Com fogo aperto com a mão.
Na dor grito no colo da  mãe.
Na alegria: vai e vem da mão.
No amor divino de mãe.
No frenesi d’ mão.
Eis uma paz de mãe
e de uma mão.