Historinha de amor medieval – cap 1

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por Francis Macabeo

Era o ano de 1413, o mundo ardia entre pestes e guerras, batalhas entre santos e loucos. Em meio ao clima havia certo homem chamado Antonio, não era santo ou nobre, mas esperava da vida a oportunidade de revelar-se.

A oportunidade chegou quando passando pela porta de um palácio apaixonou-se por uma dama conhecida como Olága, um nome distinto e diferente, além de ser ela de uma beleza incomum. Seu rosto brilhava ao dia, como se fosse pertencente aos raios do sol, mas ao cair da tarde revela-se de olhar quase triste, quase sombra, quase negro. Quem na aurora da alma pode vangloria-se da dualidade do espírito, ser duas coisas? Podemos ser várias coisas durante a vida, mas tudo a cada tempo, mas esses espíritos que resolvem ser duas coisas ao mesmo tempo confundem a própria natureza.

No primeiro contato Antonio perguntou-a sobre o que mais admirava em um homem, então ela respondeu que os soldados são encantadores. No mesmo instante o jovem envergonhou-se de não ser soldado.

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