Diz-se o comando

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atualizado 27 abril 2016 Deixar comentário

por Mario Rodrigues

Aqui não falo eu, quem fala ou quem comanda o enredo é o sujeito lírico, o autointitulado redator. Os leitores atentos sabem: a ideia de autor não predomina no século XXI (não me perguntem por que, pois é impossível saber de tudo e faço questão de não ter todas as respostas). A atuação do notável é apenas implícita, nada razoável a presença de vaticínios pessoais, a consciência subdeclarada não pode ser captada como é captada num sonho qualquer de pessoa a ver navios; quer-se uma composição singular e sem registro histórico, sem precedentes de propagação midiática jogo toda a afirmação sem sentido para os especialistas em acaso!

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